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quarta-feira, junho 28, 2017

127º Homicídio em Mossoró 2017: Jovem é morto com tiro de escopeta no muro de uma residência no Sumaré


A cidade de Mossoró, região Oeste do Rio Grande do Norte, registrou na noite desta terça feira 27 de junho de 2017,o centésimo vigésimo sétimo (127º) homicídio do ano. 

O crime aconteceu dentro de uma residência, na Rua Henrique Mendes no bairro Sumaré e teve como vítima, Jorge Henrique dos Santos, 24 anos de idade. Ele foi surpreendio e morto com um disparo de arma de grosso calibre tipo escopeta 12, na região torácica. 

A Polícia recebeu informações de que a vítima teria ido a casa de um amigo e quando entrou na residência que se dirigiu até o muro, para pegar algo, foi surpreendido pelo atirador, que possivelmente já lhe aguardava no local. 

Após atirar e matar o jovem Jorge Henrique, o criminoso fugiu, mas deixou a arma usada no crime no local. A escopetga foi apreendida e levada pela Polícia Civil para a Delegacia de Plantão. 

Até o momento não há informações sobre a motivação do crime, bem como a identidade do atirador. O delegado de plantão Dr. Evandro dos Santos, disse que a polícia civil já tem informações importantes que poderão ajudar na elucidação do caso, mas preferiu não adiantar nada no momento para não atrapalhar as investigações que ficarão sob a responsabilidade da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP). 

Após tomar conhecimento de disparos de arma de fogo no local, a Central de Operações da PM (COPOM) designou uma guarnição para isolar o local até a chegada das equipes do Polícia Civil e do ITEP. 

Após os procedimentos realizados no local, o corpo de Jorge Henrique, foi removido para a sede do ITEP, onde será necropsiado e depois liberado para a familia providenciar o enterro.





Escopeta 12 usada no crime foi deixada no local

Fonte: Fim da Linha
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Acidente deixa uma vítima fatal entre Viçosa e Riacho da Cruz


O acidente aconteceu por volta das 17:40 da tarde de hoje, segunda-feira 26 de junho, e deixou uma vítima fatal. A vítima tinha o nome de Antonio Carlos (Filho de Nonato dos Correios de Portalegre), e veio a óbito no local do ocorrido. O acidente aconteceu em um trecho que requer cuidados aos condutores de veículos motorizados, pois já consta outros acontecimentos parecidos na localidade, mais especificamente entre as cidade de Viçosa e Riacho da Cruz, em um ponto de curva na RN 177. Além da reincidência de acidentes acontecidos nessa estrada, outro ponto negativo e que requer cuidados, é a invasão do mato, que já toma boa parte da visibilidade das pessoas que trafegam por essa RN.
"O site deixa aqui os sentimentos aos familiares, que Deus possa lhes dar forças para enfrentar tamanha perca."

Fonte: Na Hora RN
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Dupla em moto, promove assalto em mercadinho e leva 2 mil de comerciante, em Umarizal/RN.


Por volta das 12h30 desta segunda-feira(26), a Polícia  foi acionada para comparecer na Rua Porcino Costa, Centro da cidade de Umarizal, onde segundo informações dois marginais em uma motocicleta Honda Bros preta teriam praticado um roubo ao estabelecimento comercial.

A guarnição da PM ao chegar no local constataram a veracidade da informação, onde relatos davam conta que dois malévolos armados chegaram no local de arma em punho, renderam o comerciante de 51 anos e subtraíram R$ 2 mil e sua carteira contendo seus documentos. Após o roubo os larápios foragiram tomando destino ignorado.

A Polícia realizou rondas no intuito de localizar os meliantes, mas até o presente momento sem sucesso.

Fonte: Nosso Paraná RN
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Jovem é morto a tiros dentro da casa onde morava em Lucrécia/RN


Um jovem de 20 anos foi morto com vários tiros de pistola calibre 380 dentro da casa onde morava no início da noite desta segunda-feira(26) na cidade de Lucrécia/RN. De acordo com informações Polícia Militar, dois ocupantes em uma motocicleta de cor preta, chegaram e adentraram na casa que estava com a porta aberta, surpreendendo a vítima, com vários disparos de arma de fogo e em seguida fugiram com destino ignorado. 

A vítima foi identificada como Francisco Jaderson Vieira Montenegro, de 20 anos de idade, conhecido como Dodó, não resistindo aos ferimentos morreu no local. Uma equipe do ITEP-RN compareceu após perícia no local fez a remoção do corpo para sede do órgão em Mossoró-RN.

De acordo com o sargento Gentil não sabe a autoria e nem a motivação do crime , não só na cidade como em toda região impera a Lei do silêncio, dificultando o trabalho de investigação. 

O caso será investigado pela 7ª Delegacia Regional de Polícia Civil(DRPC) de Patu/RN.  

Fonte: Nosso Paraná RN
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Carro fica parcialmente submerso na água e ocupantes são resgatados por populares


A Polícia Rodoviária Estadual registrou um acidente automobilístico envolvendo um veículo de uma caicoense na noite dessa segunda feira, 26 de junho, nas imediações da comunidade de Laginhas, próximo a Caicó. 
A proprietária do veículo perdeu o controle do volante e o carro ficou parcialmente submerso na água de um açude daquela comunidade. A vítima estava acompanhada de familiares, e todos saíram ilesos do carro. 
A malha viária da RN-118, que liga Caicó á cidade de Jucurutu, está completamente danificada, o que dificulta o tráfego de veículos leves, mais ainda os veículos pesados, principalmente que transportam cargas.

Fonte: Jair Sampaio
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Polícia monta operação, prende suspeitos e apreende arma, veículos e objetos roubados em Mossoró


Uma operação conjunta da Delegacia de Furtos e Roubos, Polícia Rodoviária Federal e Polícia Militar, desencadeada na tarde desta terça feira 27 de junho, no Conjunto Novo, região do Alto da Pelonha em Mossoró culminou com a detenção de três homens, sendo um foragido da justiça e dois menores, além da apreensão de dois carros com queixa de roubo e muitos objetos pertencentes a vítima de arrastões. 

Jefferson Alison da Silva de 26 anos,(fugitivo do sitema prisional de Mossoró) e dois adolescentes de 17 anos, foram detidos, depois que as equipes policiais cercaram a casa em que eles estavam escondidos. 

Dentro da residências foram encontrados um Fox de cor prata, roubado no último sábado (24) próximo ao prédio da antiga Denarc no Santa Delmira e um HB20 preto roubado há um mês. Os veículos segundo o delegado da Defur Luiz Fernando foram usados pelos criminosos em vários arrastões na cidade. 

Na casa os policiais encontraram ainda, um revolver calibre 38 municiado, colete balístico, balaclaves, muitos objetos, incluindo TVs de LCD, Notebook e outros das vítimas dos arrastões. 

Os três indivíduos foram conduzidos à Delegacia de Furtos e Roubos para os procedimentos na forma da lei. Jefferson Alisson, que é foragido da Cadeia Pública deverá ser autuado por porte ilegal de arma e roubo, já que algumas vítimas o reconheceram na delegacia. 

Os dois menores deverão ser liberados mediante a presença dos pais, como reza o estatuto da criança e do adolescente (ECA). 

Os veículos e os objetos apreendidos durante a operação serão devolvidos aos legítimos donos, mediante apresentação de Boletim de Ocorrência (BO) e as respectivas documentação









Fonte: Fim da Linha
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Servidor que atirou em chefes do MPRN estava mentalmente capaz, aponta laudo

Servidor Guilherme Wanderley foi preso no dia 25 de março, após se apresentar à polícia. Atualmente, está em clínica psiquiátrica. (Foto: Carlos Lima/Inter TV Cabugi)

O Conselho Nacional do Ministério Público julgou improcedente o incidente de insanidade mental do servidor do MPRN Guilherme Wanderley Lopes da Silva, seguindo laudo pericial, e o considerou imputável na época do crime, ou seja, em plenas condições psíquicas. No dia 24 de março deste ano, o servidor atirou contra o procurador-geral de Justiça, Rinaldo Reis, contra o procurador-geral adjunto, Jovino Sobrinho, e contra o promotor Wendell Beetoven, acertando os dois últimos.
Depois do atentado, além do processo na esfera criminal, Guilherme Wanderley virou alvo de processo administrativo disciplinar insaturado pela Corregedoria Nacional do CNMP. O laudo e a decisão do CNMP se referem ao processo administrativo.
Com a decisão do do plenário do CNMP, fica reconhecida a plena capacidade do servidor, na época do episódio, de entender o caráter ilícito do fato a ele atribuído. Além disso, foi retirada a suspensão do Processo Administrativo Disciplinar nº 228/2017-64, instaurado pela Corregedoria Nacional do Ministério Público, e determinado o regular prosseguimento.
Perícia realizada no dia 19 de maio, na sede do Ministério Público Federal no Rio Grande do Norte, concluiu pela imputabilidade do servidor. A junta médica designada para avaliação do processado foi composta por três médicos efetivos do Ministério Público da União.
O conselheiro Walter Agra destaca que o laudo pericial contém dados considerados essenciais pela comunidade de psiquiatras, como a identificação, as condições do exame, o histórico e antecedentes, o exame clínico e o diagnóstico.
Os disparos efetuados por Guilherme tinham como alvo o procurador-geral de Justiça, Rinaldo Reis, o procurador-geral adjunto de Justiça, Jovino Pereira, e o promotor de Justiça Wendell Beetoven Ribeiro Agra, tendo atingido os dois últimos. O servidor se apresentou à polícia no dia 25 de março e ficou preso por força de mandado de prisão.
Em maio, a Justiça do RN determinou que o servidor do Ministério Público fosse transferido para um manicômio judiciário. No dia 2 de junho, por falta de vagas no manicômio judicial, o servidor foi transferido para uma clínica psiquiátrica. A defesa de Guilherme alega que ele sofre de "transtornos psicológicos" e pediu a instauração de incidente de insanidade mental. O processo judicial contra ele foi suspenso até que seja concluída a investigação de problemas mentais do servidor.
O crime
Guilherme Wanderley, de 44 anos, trabalhava no MP há 20 anos. Por volta das 11h da sexta-feira, 24 de março, ele invadiu uma reunião onde estava o procurador-geral de Justiça do RN, Rinaldo Reis. Ele chegou a atirar contra Rinaldo, mas errou. No entanto, conseguiu acertar o promotor público Wendell Beetoven nas costas e dois tiros no procurador-geral adjunto, Jovino Sobrinho.
O atirador estava sendo procurado pela polícia e se apresentou no final da manhã do sábado (25). Depois disso, ficou preso por força de um mandado de prisão preventiva e foi levado para o Centro de Detenção Provisória da Ribeira.
No dia do crime, o servidor já tinha escrito uma carta. Ela a deixou sobre a mesa da sala da reunião. O tom das duas cartas é diferente. Na primeira, o autor justifica suas ações, dizendo frases como "para algumas ações, haverá sim reação" e "quem planta... colhe".

Fonte: G1
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Governo do RN conclui pagamento dos salários atrasados de maio na sexta (30)

Governadoria do RN (Foto: Thyago Macedo)

O governo do Rio Grande do Norte anunciou para esta sexta-feira (30) a quitação da folha de maio, com o depósito do complemento salarial dos servidores servidores ativos, aposentados e pensionistas que recebem acima de R$ 4 mil, no valor total de R$ 66 milhões.
A primeira parcela dos salários desses servidores, no valor de R$ 4 mil, foi depositada no dia 22 de junho. Os ativos da Educação e da Administração Indireta, que possuem recursos próprios, foram os primeiros a receber os salários no dia 29 de maio. Até 19 de junho, 80% da folha havia sido paga.

Fonte: G1
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Dison Lisboa rebate MP e esclarece direito de recorrer em liberdade


Em comunicado enviado à imprensa, o deputado estadual Dison Lisboa (PSD) rebateu o Ministério Público do RN que recorreu à Vara Única de Goianinha para execução de pena contra o parlamentar quando ainda era prefeito do município. Dison esclareceu que a decisão judicial lhe garante o direito de recorrer em liberdade.

O representante ministerial em Goianinha havia requerido que o Juízo local, indeferindo suspensão pleiteada pela defesa, promova o início da execução da pena imposta ao parlamentar, bem como comunique aos órgãos da Justiça Eleitoral competentes sobre acórdão condenatório do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte que declarou a inelegibilidade do réu.

Confira nota do deputado

O deputado estadual Dison Lisboa (PSD) continua disponível para prestar todos os esclarecimentos à Justiça e à opinião pública sobre o processo de número 0000305-80.2009.8.20.0116. A decisão da Vara Única da Comarca de Goianinha é clara quando assegura ao parlamentar o direito de recorrer em liberdade (trecho da decisão EM ANEXO). Saliente-se que o Ministério Público Estadual não recorreu de tal sentença. E que não há, nem mesmo nas instâncias superiores, qualquer questionamento do MP sobre a decisão de garantir o direito do deputado de responder em liberdade. Ao contrário do que foi divulgado na imprensa, de forma equivocada e desproporcional, ainda encontram-se pendentes de julgamento recursos junto ao STF (Supremo Tribunal Federal) e STJ (Superior Tribunal de Justiça), o que torna ainda mais cristalino o direito de Dison Lisboa de recorrer em liberdade, conforme destacou a Juíza de primero grau.

Abaixo (E EM ANEXO) trecho da decisão da juíza :

DA LIBERDADE PARA RECORRER: concedo ao condenado o direito de recorrer em liberdade, eis que não se acham presentes os requisitos da prisão provisória, tudo corroborado pelo fato da constrição desta medida ser incompatível com o regime inicial de pena imposto. (SIC)

Fonte: Portal no Ar
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Nicolao Dino é o mais votado em lista com sugestões para suceder Janot

O vice-procurador-geral eleitoral, Nicolao Dino, candidato mais votado para integrar lista tríplice (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

O atual vice-procurador-geral eleitoral, Nicolao Dino, foi o nome mais votado para integrar a lista tríplice com sugestões do Ministério Público Federal para o cargo de procurador-geral da República. O mandato do atual procurador-geral, Rodrigo Janot, termina em setembro.
A lista será enviada pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR) para o presidente Michel Temer, a quem cabe a palavra final de definir o substituto de Janot.
Desde o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, apesar de não ser obrigado, o presidente indica para o cargo o nome mais votado da lista.
Na votação, realizada nesta terça-feira (27), Dino recebeu 621 dos 1.108 votos dos procuradores do MPF. Ele é irmão do governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B).
O procurador foi seguido por Raquel Dodge (587) e Mario Luiz Bonsaglia (564), que serão os outros dois nomes a integrar a lista tríplice (veja o perfil dos três ao final desta reportagem).
Foram vencidos na votação os procuradores Ela Wiecko (424 votos), Frederico Santos (221 votos), Eitel Pereira (120 votos), Sandra Cureau (88 votos) e Franklin Rodrigues da Costa (85 votos).
Temer não é obrigado a escolher um nome da lista tríplice. No entanto, em maio de 2016, quando assumiu a Presidência da República, ele disse que manteria a tradição de escolher o nome mais votado na lista tríplice.
Nas últimas semanas, porém, de acordo com o blog da Andréia Sadi, aliados passaram a aconselhar Temer a não escolher o primeiro lugar ou até mesmo a escolher um nome de fora da lista. Isso porque, como o presidente é alvo de investigações e de uma denúncia feita pela procuradoria, um nome ligado a Janot, segundo os aliados de Temer, poderia ser prejudicial ao Planalto.
A possibilidade de Temer indicar um procurador que não estiver na lista tríplice tem preocupado integrantes do Ministério Público. Eles avaliam que isso pode ferir a independência do órgão.

Após Temer indicar um nome para assumir a PGR, o indicado será submetido a sabatina no Senado e precisará ter a indicação aprovada pelos parlamentares.
Ao Blog do Matheus Leitão, o presidente da ANPR, José Robalinho Cavalcanti, afirmou que Dino é o candidato favorito de Janot para sucedê-lo no cargo.

O que está em jogo
O substituto de Janot chefiará, pelo período de dois anos, o Ministério Público da União, que abrange os ministérios públicos Federal, do Trabalho, Militar, do Distrito Federal e dos estados.
Cabe ao procurador-geral da República representar o MP junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Superior Tribunal de Justiça (STJ). Ele também desempenha a função de procurador-geral Eleitoral.
No STF, o PGR tem, entre outras prerrogativas, a função de propor ações diretas de inconstitucionalidade e ações penais públicas.
Cabe ao PGR, por exemplo, pedir abertura de inquéritos para investigar presidente da República, ministros, deputados e senadores. Ele também tem a prerrogativa de apresentar denúncias nesses casos.
O PGR pode ainda criar forças-tarefa para investigações especiais, como é o caso do grupo que atua na Lava Jato. Também pode encerrá-las ou ampliá-las.
O próximo PGR terá ainda a tarefa de conduzir as investigações da Lava Jato que envolvem políticos com foro privilegiado.

Lista tríplice: Nicolao Dino, Raquel Dodge e Mario Luiz Bonsaglia (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil; Antonio Cruz/Agência Brasil; Antonio Cruz/Agência Brasil)
Lista tríplice: Nicolao Dino, Raquel Dodge e Mario Luiz Bonsaglia (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil; Antonio Cruz/Agência Brasil; Antonio Cruz/Agência Brasil)

Lista tríplice
Leia abaixo um perfil dos três procuradores da República escolhidos para integrar a lista tríplice:
Nicolao Dino – Natural de São Luís (MA), Nicolao Dino tem 53 anos e é irmão do governador do Maranhão, Flávio Dino (PC do B). Está no MPF desde 1991 e atualmente é vice-procurador-geral Eleitoral, tendo atuado no processo que pediu a cassação da chapa Dilma-Temer no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). É professor de Direito na Universidade de Brasília (UnB).
Raquel Dodge – Está no MPF desde 1987. Atua junto ao STJ em processos da área criminal. Também possui experiência em assuntos relacionados à defesa do Consumidor. É conselheira do CNMP e atuou na operação Caixa de Pandora e na equipe que investigou o chamado Esquadrão da Morte.
Mário Bonsaglia – Está no MPF desde 1991 atua em matérias criminais junto ao STJ e é conselheiro e vice-presidente do CNMP. Já atuou como procurador regional eleitoral em São Paulo e possui doutorado em Direito do Estado pela Universidade de São Paulo (USP).

Fonte: G1
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Citado por Temer, ex-procurador não precisaria ter cumprido quarentena antes de advogar para JBS


O presidente Michel Temer criticou o ex-procurador Marcelo Miller durante pronunciamento em que se defendeu da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Temer acusou o ex-procurador, que atuou na Operação Lava Jato, de deixar de cumprir uma quarentena antes de advogar em um escritório contratado pela JBS. No entanto, ainda não existe uma lei que determine regras do tipo para procuradores. A Constituição determina quarentena apenas para juízes.
Como advogado, Miller chegou a atuar nas negociações do acordo de leniência da JBS, mas o escritório foi dispensado antes do fechamento do acordo.
No final de abril, quando Miller já tinha deixado o Ministério Público Federal, um congresso técnico da Associação Nacional dos Procuradores da República aprovou a elaboração de um projeto para estabelecer a quarentena para os membros do MPF.
O texto ainda não foi finalizado e está no departamento jurídico da associação, que vai definir depois se o encaminha para análise da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal. É o Congresso que decidirá sobre a transformação da regra em lei.
O Conselho Nacional do Ministério Público informou que não tem nenhuma norma do tipo para quem deixa a carreira de procurador.
Em seu discurso no Palácio do Planalto, nesta terça-feira (27), Temer citou a regra que ainda não está em vigor.
“E vocês sabem que quem deixa a Procuradoria tem uma quarentena, se não me engano de 2 ou 3 meses. Não houve quarentena nenhuma. O cidadão saiu e já foi trabalhar, depois de procurar a empresa para oferecer serviços, foi trabalhar para esta empresa e ganhou na verdade milhões em poucos meses”, afirmou o presidente um dia após a apresentação da denúncia pela PGR.
Procurado depois do pronunciamento, o advogado de Michel Temer afirmou que os procuradores deveriam seguir as mesmas regras estabelecidas para magistrados. Segundo a Constituição, eles não podem exercer a advocacia no juízo ou tribunal do qual se afastaram, “antes de decorridos três anos do afastamento do cargo por aposentadoria ou exoneração”.
Em nota, Marcelo Miller negou irregularidades. "Não cometi nenhum ato irregular, mas não responderei às afirmações a meu respeito pela imprensa. Apenas me manifestarei perante as autoridades com competência para examinar os fatos e com interesse na aferição da verdade."
Investigação do MPF-DF
Nesta segunda-feira (26), a Procuradoria da República no Distrito Federal informou que Marcelo Miller é investigado internamente desde maio deste ano. “Trata-se de Procedimento Preparatório (PP), aberto a partir de representação enviada à unidade. O instrumento antecede a abertura de inquérito civil e tem o objetivo de reunir informações que podem justificar a continuidade ou o arquivamento da investigação”, diz nota do MPF-DF.
O pedido de investigação foi feito pelo deputado Carlos Marun (PMDB-MS), que é ligado a Temer. Nele, o parlamentar questiona a atuação de Miller em acordo de leniência, junto ao Departamento de Justiça dos EUA, em favor da JBS, porque ele havia deixado a PGR há pouco tempo. Marun diz que houve violação do artigo 95 da Constituição, que trata da atuação de magistrados. Segundo ele, a lei também seria aplicável ao Ministério Público.
“Em resumo, teme-se possa ter havido atuação indevida do ex-procurador que, sabedor dos procedimentos internos, necessidades e formas de trabalho da força tarefa, negociando com ex-colegas, em prazo inferior à proscrição legal, tenha conseguido resultados muito diversos daqueles obtidos noutras colaborações firmadas com o Ministério Público”, diz o pedido do deputado.
Apuração na OAB-RJ
O Tribunal de Ética e Disciplina (TED) da OAB-RJ abriu nesta terça-feira um processo disciplinar para apurar a conduta de Marcello Miller. Ele vai analisar se ele feriu a conduta ética de não cumprir uma quarentena para ocupar um cargo onde sua conduta fosse comprometida pelo cargo anterior.

Segundo nota da seccional, a decisão foi tomada após os esclarecimentos do advogado serem considerados insuficientes pelo TED. "A análise disciplinar segue sigilosa até o trânsito em julgado", afirma o texto.
A primeira etapa da investigação começou há 20 dias. Nesse tempo, o ex-procurador apresentou esclarecimentos. Como o presidente do TED, Louzada Câmara, considerou as explicações insuficientes, decidiu abrir o processo disciplinar. Não há prazo para conclusão da investigação.
Atuação de Miller como advogado
Marcelo Miller pediu exoneração do MPF no início deste ano. Como procurador, ele negociou importantes acordos de delação, como o do ex-senador Delcídio do Amaral. Miller deixou o cargo no início de abril para trabalhar no escritório de advocacia Trench, Rossi e Watanabe Advogados, ficando responsável pela área de compliance (que busca garantir o cumprimento de leis e regras dentro de uma empresa).
O grupo J&F, do que a JBS faz parte, chegou a contratar o escritório Trench, Rossi e Watanabe para negociar um acordo de leniência com o MPF, mas o grupo foi dispensado em maio.
"A negociação atingiu um impasse, e a opção pela substituição do escritório ocorreu de comum acordo entre a J&F e o Trench Rossi Watanabe. A companhia segue envidando seus melhores esforços para celebração do acordo e tem se colocado sempre à disposição do MPF", informou o grupo controlador do frigorífico JBS, em comunicado. Desde então, a holding da família Batista passou a ser representada pelo escritório Bottini & Tamasauskas Advogados.
Em 20 de maio, a PGR havia divulgado nota confirmado que Marcelo Miller chegou a participar de uma fase inicial de discussão técnica de cláusulas de um eventual acordo de leniência do grupo J&F. “A pedido da Força Tarefa da Greenfield, ele se afastou da discussão”, diz o texto.
Nesta terça-feira, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, voltou a dizer que Marcelo Miller não participou das negociações do acordo de colaboração premiada dos executivos do Grupo J&F.

“Ele integrou a Assessoria Criminal do procurador-geral da República de setembro de 2013 a maio de 2015. De maio de 2015 a julho de 2016, ele foi designado para integrar o Grupo de Trabalho da Operação Lava Jato na PGR, em Brasília. A partir de 4 de julho de 2016, ele voltou a ser lotado na PR/RJ, com processos distribuídos ao seu ofício, atuando junto ao Grupo de Trabalho somente como membro colaborador.”
Segundo Janot, Miller pediu exoneração do cargo em 23 de fevereiro. Ela foi concluída em 5 de abril.
O acordo de leniência da JBS foi fechado em 31 de maio. A holding se comprometeu a pagar uma multa de R$ 10,3 bilhões ao longo de 25 anos, o que seria, em termos absolutos, a maior multa já aplicada no mundo por meio de um acordo do tipo.
A negociação bilionária foi feita para assegurar o fim das investigações da Polícia Federal e do MPF contra as empresas do grupo J&F nas operações Greenfield, Sepsis, Cui Bono, Bullish e Carne Fraca.
Procurada pelo G1, a JBS disse que não vai se pronunciar sobre o caso. Em nota, o escritório Trench Rossi Watanabe afirmou que se retirou nas negociações sobre o acordo de leniência. "Sobre o pronunciamento realizado nesta terça-feira pelo presidente Michel Temer, Trench Rossi Watanabe esclarece que não participou do processo de colaboração premiada dos executivos da JBS e se retirou das negociações do acordo de leniência do Grupo J&F com o Ministério Público Federal. O escritório reforça que sempre guiou e guiará suas atividades pelo respeito à ética", diz o texto.

Fonte: G1
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Perito de Temer diz que laudo da PF em gravação é evasivo e não conclusivo

O perito Ricardo Molina, durante entrevista em Brasília nesta terça (27) (Foto: Gustavo Garcia/G1)

O perito Ricardo Molina, contratado pela defesa do presidente Michel Temer para analisar a gravação de Joesley Batista de uma conversa que ele teve com Temer, disse nesta terça-feira (27) que a perícia da Polícia Federal é "evasiva" e não é "conclusiva nem "categórica".
O G1 buscava contato com a assessoria da PF até a última atualização desta reportagem.

Nesta segunda (26), Temer foi denunciado pela Procuradoria Geral da República pelo crime de corrupção passiva com base nas delações da JBS. Para o presidente, a denúncia o torna "vítima de infâmia de natureza política", é uma "peça de ficção" e cria uma nova categoria no Código Penal, a "denúncia por ilação".
Desde que o áudio da conversa entre o presidente e Joesley Batista se tornou conhecido, um dos principais argumentos da defesa de Temer é que a gravação foi adulterada. Para a PF, não há edições.
"Esse laudo [da PF] é cheio de evasivas. É cheio de compatibilidades, plausibilidades, indicativos. Ele nunca é conclusivo nem categórico", afirmou Molina nesta terça.
Ele questionou as expressões utilizados pelos peritos da Polícia Federal no laudo apresentado.
“O que quer dizer consistente? Plausível? Indicativo? Tem certeza? Talvez seja? É provável. Eu pediria esclarecimentos a respeito dessas palavras”, disse.
Molina, em seguida, criticou o trabalho da PF que, segundo o perito, não respondeu a 12 perguntas apresentadas por ele.
"Questionei se as descontinuidades podem ser artificialmente criadas em programas de áudio. Eu digo, com certeza: eu posso criar descontinuidades iguais àquelas da gravação em programas editores de áudio", declarou.
“O argumento que eles usam é infantil. Eles dizem que o programa editor de áudio mudaria o cabeçalho do programa. Ora, qualquer nerd de 16 anos sabe que ele tem que reconstruir o cabeçalho do programa [...]. Dizer que aquilo é prova que saiu do gravador é tripudiar da inteligência do leitor. Gostaria que explicassem como eles têm certeza disso [de que não houve descontinuidades criadas]”, completou.
Segundo o perito, 6 minutos e 18 segundos de áudio do diálogo com Temer foram perdidos na gravação e que, somente no trecho em que, supostamente, Temer dá o aval para o pagamento de propina a Eduardo Cunha, há cinco descontinuidades.
“Esse material pode ser perdido enquanto o presidente falava. Portanto nada garante que grande parte do que o presidente falou esteja dentro [do que se perdeu]”, opinou Molina.
Para o perito, somente no trecho em que, supostamente, Temer dá o aval para o pagamento de propina a Eduardo Cunha, há cinco descontinuidades.
“Aquele diálogo para mim não significa nada. Eu não sei o que o presidente falou ali”, disse.
Questionado sobre as afirmações da Polícia Federal de que o diálogo tem sequência lógica, Molina disse que os peritos do órgão não têm competência para avaliar o que é lógico.
“A questão da lógica em conversas coloquiais é bem complicada. A Polícia não tem competência para avaliar isso. Se fosse um linguista, um especialista em análise de discurso... Um agente da PF não tem competência para julgar coerência lógica”, ressaltou.
Ricardo Molina também criticou a qualidade e a credibilidade da gravação, e disse que o áudio é "imprestável" e, juridicamente, "inaceitável".
"Vinte e três por cento da conversa desapareceram [...] e é lógico que isso prejudica a gravação e é lógico que essa gravação não pode ser aceita judicialmente. Em qualquer processo judicial essa gravação seria descartada, é imprestável, a não ser em um processo político. Essa gravação não é juridicamente aceitável", declarou.
Molina também disse que não é possível afirmar que as gravações não sofreram intervenções humanas e disse que o gravador utilizado é de baixa qualidade.
“Eu vou gravar o presidente da República e compro um gravador de R$ 26”, ironizou.
Questionado sobre o fato de Temer não ter negado o conteúdo das conversas, Gustavo Guedes, um dos advogados do presidente, indagou: “Você quer que o presidente lembre a frase que ele disse em uma conversa? Eu não acho isso razoável”, disse.
'Açodamento'
Para o advogado de Temer, houve “açodamento” por parte do Ministério Público e da Polícia Federal no caso que geram “ilações”.
“O atropelo das fases do inquérito só pode significar uma coisa. Quanto menos prova mais ilação se tem em uma investigação [...]. Quanto mais açodamento se faz numa investigação sem cumprir os ritos e requisitos, o resultado é esse, menos prova e mais ilação”, declarou.
Guedes explicou que a defesa está avaliando a possibilidade de fazer questionamentos sobre o relatório dentro do processo, mas que ainda não há uma data para isso.
“A gente vai pedir que a Polícia Federal reveja as conclusões a partir das perguntas da nossa perícia. Claramente nós temos 12 perguntas que não foram respondidas e é razoável que elas devam ser respondidas. O momento e a forma ainda não estão decididos”, finalizou.

Fonte: G1
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Justiça condena ex-vice presidente do Condepe e mais 4 advogados por integrarem facção criminosa

Luiz Carlos dos Santos, ex-presidente do Condepe é condenado (Foto: Reprodução/TV Globo)

A Justiça condenou ex-vice-presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe), Luiz Carlos dos Santos, e outras quatro pessoas por fazerem parte da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital). A sentença foi publicada nesta terça-feira (26) pelo juiz Gabriel Medeiros.
Luiz Carlos dos Santos foi condenado a 16 anos e 5 meses de prisão mais pagamento de multa por integrar organização criminosa e corrupção passiva.
Além de Santos, foram condenados os advogados José Ribamar Baima do Lago Júnior, Simone Lage Guimarães, Osvaldo Antonio de Oliveira e Marcos Antonio Antunes Barbosa. Lago Júnior recebeu pena de 15 anos e 5 meses de reclusão, mais multa, por integrar organização criminosa e por corrupção ativa. Os outros três foram condenados a oito anos e nove meses de reclusão cada um, por fazerem parte de organização criminosa. O G1 não conseguiu localizar os defensores dos acusados.
A condenação ocorreu após a denúncia da Operação Ethos deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) em novembro de 2016. Na ocasião, 41 pessoas suspeitas de envolvimento com a facção foram presas. Ao todo, 49 pessoas foram denunciadas, mas o processo foi desmembrado.
Segundo as investigações do Ministério Público, desde 2014, detentos da Penitenciária 2 de Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, cooptaram diversos advogados para formar a célula jurídica da organização.
Essa cédula era denominada “sintonia dos gravatas”, e foi criada, inicialmente, para prestar serviços exclusivamente jurídicos aos líderes do PCC. Com o passar do tempo esse núcleo evoluiu e também passou a servir de elo de comunicação das atividades criminosas entre os líderes da facção presos e aqueles fora do sistema prisional.
A célula tinha a função de comandar um esquema de pagamentos de propinas a agentes públicos ou integrantes do Condepe. Santos recebia uma mesada de R$ 5 mil do PCC para “plantar” denúncias de violação de direitos humanos com o intuito de gerar desestabilização na segurança do estado de São Paulo. Ele tinha também a função de obter informações privilegiadas dentro do conselho e repassá-las ao PCC.
Os advogados também são os responsáveis por estruturar e custear os serviços médicos prestados aos detentos integrantes da cúpula ou outros indicados. O pagamento desses serviços era feito com dinheiro de origem ilícita da organização, do lucro do narcotráfico e demais crimes.
Santos e os outros advogados são suspeitos de movimentar dinheiro do crime organizado em suas contas bancárias e ainda de ajudar a criar uma espécie de banco de dados com os nomes e endereços de agentes penitenciários e de seus parentes. Essas pessoas poderiam ser mortas quando a facção julgasse necessário.

Fonte: G1
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Desembargadores mantêm decisão e negam pedido de Lula para suspender processo sobre triplex

Dois recursos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva tiveram o mérito julgado nesta terça-feira (27) em Porto Alegre (Foto: Sérgio Castro/Estadão Conteúdo)

Em sessão na tarde desta terça-feira (27), a 8ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF4), com sede em Porto Alegre, julgou o mérito de dois recursos da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, referentes a ações da Operação Lava Jato.
Nos dois casos, foram confirmadas as decisões já tomadas inicialmente - uma delas contra e outra a favor do petista. O G1 entrou em contato com a assessoria da Teixeira, Martins & Advogados, que faz a defesa de Lula, e aguarda uma posição.
Um dos recursos pedia a suspensão da ação relacionada ao triplex no Guarujá, no litoral paulista. No dia 9 de maio, véspera do depoimento de Lula ao juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos em primeira instância, o habeas corpus já tinha sido negado em decisão monocrática do desembargador Nivaldo Brunoni, que substituiu o relator João Pedro Gebran Neto, que estava de férias.
A defesa de Lula queria a suspensão da audiência do ex-presidente e da tramitação da ação penal pelo prazo mínimo de 90 dias, até que os advogados examinassem os documentos apresentados pela Petrobras. “A ampla defesa não pode ser confundida com a possibilidade de a defesa escolher a forma que entender mais adequada para a prova, mesmo sem qualquer utilidade prática", sustentou Gebran.
Os advogados de Lula sustentam que "o imóvel não é e nunca foi propriedade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. É, sim, da OAS Empreendimentos S/A." Na semana passada, eles entregaram as alegações finais. Com isso, o processo volta ao juiz Sérgio Moro, que poderá definir a qualquer momento a sentença, em que poderá condenar ou absolver os réus.
Recurso a favor de Lula
Na mesma sessão, a 8ª Turma também confirmou outra decisão, mas a favor de Lula. Os desembargadores concederam o habeas corpus que pedia a dispensa do político em todas os depoimentos das testemunhas de defesa dele. Ao todo, Lula arrolou 87 pessoas para as audiências das ações da Lava Jato.

Em 3 de maio, o mesmo juiz federal substituto Nivaldo Brunoni deferiu a liminar, e sublinhou que a decisão era "exclusivamente com relação ao pedido para dispensar o paciente do comparecimento pessoal às audiências de oitiva das testemunhas defesa". Nesta terça (27), foi julgado o mérito.
No habeas corpus, os advogados do petista alegavam que a determinação de Moro "não tem amparo legal". O despacho de Moro exigindo a presença de Lula foi publicado no sistema da Justiça Federal do Paraná no dia 17 de abril.
“Será exigida a presença do acusado Luiz Inácio Lula da Silva nas audiências nas quais serão ouvidas as testemunhas arroladas por sua própria Defesa, a fim prevenir a insistência na oitiva de testemunhas irrelevantes, impertinentes ou que poderiam ser substituídas, sem prejuízo, por provas emprestadas”, afirmava o despacho.
O processo em questão apura se a Odebrecht pagou propina por meio da compra do terreno onde seria construída a nova sede do Instituto Lula e do apartamento vizinho ao do ex-presidente em São Bernardo, no ABC Paulista.
Os procuradores afirmam na denúncia que, na tentativa de dissimular a real propriedade do apartamento, a ex-primeira-dama Marisa Letícia chegou a assinar contrato fictício de locação com Glaucos da Costamarques, também réu no processo. A força-tarefa considera Costamarques testa-de-ferro de Lula.
Além dessa suspeita, envolve a compra frustrada de um terreno para a construção de uma sede para o Instituto Lula.
Além de Lula, há outros sete réus nesta ação. Entre eles estão o ex-presidente da Odebrecht S.A Marcelo Odebrecht, o ex-ministro Antônio Palocci, e Roberto Teixeira, um dos advogados do ex-presidente.

Fonte: G1
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Ceará tem queda de 44,6% no número de indenizações do DPVAT em 2016, aponta seguradora

Ceará tem queda de 30,6% no número de indenizações do DPVAT em 2016, aponta seguradora (Foto: Reprodução/TV Mirante)

O número de indenizações pagas pelo seguro DPVAT diminuiu 44,6% no Ceará em 2016, na comparação com o ano anterior, segundo informou nesta terça-feira (27) a Líder-DPVAT, que administra o consórcio de seguradoras. No total, em 2016 foram pagas 38.044 indenizações para reembolsos de despesas hospitalares, invalidez permanente ou morte para vítimas de acidentes de trânsito no estado.

De acordo com os dados, o Ceará lidera o ranking de indenizações por invalidez permanente no Nordeste, com 34.524. O número é quase o dobro de Pernambuco, o segundo colocado, que registrou 17.780 indenizações do invalidez pagas no período. O estado aparece em segundo lugar no número de indenizações por morte e reembolso de despesas médicas e hospitalares, 1752 e 1.767, respectivamente.

De acordo com a seguradora Líder, a queda na quantidade de indenizações está ligada ao combate a fraudes e ações de prevenção de acidentes no trânsito, como a Lei Seca, radares, uso do cinto de segurança e elevação do valor das multas. Devido aos menores pagamentos, o DPVAT ficou mais barato em 2017.

Nesse período, as regiões Nordeste e Sudeste foram as responsáveis pela maior concentração das indenizações pagas pelo seguro DPVAT (29% cada). A frota da região Nordeste é a 3ª maior do País (17% dos veículos), atrás das regiões Sudeste (49% da frota nacional) e Sul (20% da frota nacional).

Madrugada tem mais acidentes

O período com mais registros de acidentes é a madrugada, das 0h às 5h59, representando 30% das indenizações pagas para acidentes neste período, segundo o relatório.
Madrugada - das 0h às 5h59 (30%)
Amanhecer - das 6 às 8h59 (9%)
Manhã - das 9h às 12h59 (14%)
Tarde - das 13h às 16h59 (16%)
Anoitecer - das 17h às 19h59 (18%)
Noite - das 20h às 23h59 (13%)

Tabela do DPVAT 2017 (sem considerar taxa e imposto)

Automóveis: R$ 63,69 (era de R$ 101,10)
Motocicletas: R$ 180,65 (era de R$ 286,75)
Caminhões e caminhonetes: R$ 66,66 (era de R$ 105,81)
Ônibus e micro-ônibus com cobrança de frete e lotação de mais de 10 passageiros: R$ 246,23
Ônibus e micro-ônibus sem cobrança de frete ou lotação de até 10 passageiros, com cobrança de frete: R$ 152,67
Ciclomotores de até 50 cilindradas ('cinquentinhas'): R$ 81,90 (era de R$ 130)
Indenizações
O valor de indenizações não mudou em relação a 2016. Ela é de R$ 13.500 por morte, de até R$ 13.500 por invalidez permanente e de até R$ 2.700 para despesas médicas.

O que é DPVAT

O seguro DPVAT (Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre) cobre casos de morte, invalidez permanente ou despesas com assistências médica e suplementares (DAMS) por lesões de menor gravidade causadas por acidentes de trânsito em todo o país.

O recolhimento do seguro é anual e obrigatório para todos os proprietários de veículos. A data de vencimento é junto com a do IPVA, e o pagamento é requisito para o motorista obter o licenciamento anual do veículo.

Vítimas e seus herdeiros (no caso de morte) têm um prazo de três anos após o acidente para dar entrada no seguro. Informações de como receber o DPVAT podem ser obtidas pelo telefone 0800-022-1204.

Fonte: G1
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Mega-Sena pode pagar R$ 6 milhões nesta quarta

Mega-Sena pode pagar R$ 6 milhões nesta quarta (28) (Foto: Heloise Hamada/G1)

O concurso 1.943 da Mega-Sena pode pagar um prêmio de R$ 6 milhões para quem acertar as seis dezenas. O sorteio ocorre às 20h (horário de Brasília) desta quarta (28), no município de Cachoeira, na Bahia.
Para apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser feitas até as 19h (de Brasília) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país. A aposta mínima custa R$ 3,50.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 3,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 17.517,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Fonte: G1
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Caminhão carregado com combustível bate, explode e causa interdição de rodovia no Paraná


Um acidente envolvendo um caminhão-tanque carregado com combustível causou a interdição total da PR-323, em Cruzeiro do Oeste, no noroeste do Paraná. Logo após o acidente, o combustível explodiu e foi necessário fechar a pista para controlar as chamas.
Segundo a Polícia Rodoviária Estadual, a batida aconteceu em um trecho que seria reparado pelo Departamento de Estradas e Rodagem. No local, foram instaladas lombadas, para que as obras pudessem ser feitas.
Um caminhão que vinha à frente freou para passar na lombada, quando foi atingido pelo caminhão-tanque.
Os dois motoristas conseguiram escapar sem ferimentos.
Os Bombeiros e a PRE trabalham para tentar controlar as chamas. Até a última atualização desta reportagem, o trânsito ainda não tinha sido liberado na região.

Fonte: G1
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PF analisa GPS de avião interceptado com cocaína e descarta decolagem de fazenda dos Maggi

Avião com 634kg de cocaína é interceptado em Jussara, Goiás (Foto: Divulgação/PM)

Após analisar o GPS do avião interceptado com 653 kg de cocaína, a Polícia Federal descartou a possibilidade da aeronave ter decolado da Fazenda Itamarati Norte, arrendada pela Amaggi, empresa da família do ministro da Agricultura Blairo Maggi, no Mato Grosso. O piloto Apoena Índio do Brasil Siqueira Rocha e o copiloto Fabiano Júnior da Silva Tomé estão presos na Polícia Federal, em Goiânia. Em depoimento à corporação, o piloto disse que mentiu sobre o plano de voo à Força Aérea Brasileira (FAB).
A Polícia Federal informou à TV Anhanguera que a aeronave saiu de Cuiabá às 4h de domingo (25) e chegou à Bolívia às 6h40. Ainda segundo a corporação, o avião decolou uma hora depois com destino a Jussara, no noroeste goiano, onde foi interceptado pela FAB.
Em depoimento à PF, o piloto da aeronave informou que receberia R$ 90 mil pelo transporte da droga. O detido disse ainda que relatou plano de voo falso à FAB, informando que estava fazendo um treinamento saindo de Cuiabá para a Fazenda Tucunaré. O condutor também admitiu à corporação que mentiu sobre plano de voo da volta ao Brasil, ao dizer que saíra de Fazenda Itamarati Norte.
Já o segundo detido alegou em depoimento à PF ser o proprietário da aeronave, informando a que teria comprado por R$ 500 mil no último dia 26 de maio, já tendo pago metade do valor em espécie. Ainda segundo relato do preso, ele receberia R$ 40 mil para fazer o transporte da cocaína.
A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou ao G1 por meio de nota que a aeronave está registrada no nome de Jeison Moreira Souza. O órgão relatou ainda que o piloto preso pela PF “possuía licença, estava com a habilitação válida e o Certificado Médico Aeronáutico (CMA) em dia”. Já o segundo preso não tem registro como piloto.
Até a publicação desta reportagem, o G1 e a TV Anhanguera não tinham conseguido informações sobre as defesas dos dois presos. À PF, eles informaram que não têm advogados.
Inicialmente, a FAB afirmou que o piloto da aeronave disse ter decolado da fazenda Itamarati Norte. No entanto, após serem presos, o piloto e o copiloto disseram à PF que saíram da Bolívia com destino a Jussara, sem passar pela propriedade.
Procurada novamente pelo G1 após as declarações do delegado da PF, a FAB informou que seu posicionamento permanece o mesmo que foi publicado em seu site na tarde de segunda-feira. A nota informa que "a confirmação do local exato da decolagem fará parte da investigação conduzida pela autoridade policial".
“A nossa detecção radar em toda a região do país, ela não consegue detectar aeronave no solo. Por isso que se faz uma interrogação do piloto. Se ele estiver utilizando o espaço aéreo brasileiro de acordo com as regras estabelecidas, logicamente que nós vamos saber que ele decolou de algum aeródromo”, disse o tenente Brigadeiro Gerson Machado, do comando de operações aeroespaciais da FAB.
O G1 solicitou posicionamento do ministério da Agricultura, mas não recebeu retorno até a publicação desta reportagem.
No entanto, por meio de seu perfil em uma rede social, o ministro Blairo Maggi já havia dito que "está acompanhando as investigações da FAB sobre o local de decolagem da aeronave". Ele disse que quando houver uma confirmação, ele informará. O ministro comentou ainda que a "fazenda é extensa e vulnerável à ação do tráfico internacional".
Já a Amaggi disse por meio de nota que "não tem qualquer ligação com a aeronave descrita pela FAB e não emitiu autorização para pouso/decolagem da mesma em qualquer uma de suas pistas".
Interceptação e investigação
A aeronave, matrícula PT-IIJ, foi interceptada no domingo (25) na zona rural de Jussara, que fica a cerca de 225 km de Goiânia, no noroeste do estado. Os ocupantes fugiram do local, mas a droga foi apreendida pela Polícia Militar e levada para a sede da PF em Goiânia.
O piloto e o copiloto foram detidos pela PF na noite de segunda-feira (26). Eles foram presos em um hotel a cerca de 30 km do local onde a aeronave pousou.
O delegado da PF responsável pelo caso, Bruno Gama, informou que a corporação deve investigar o destino da cocaína apreendida.
"Vai ser apurado agora desde a propriedade da aeronave, quem seria o real proprietário dessa droga e qual seria o destino final da droga, pois há fardos indicando que podem ser outros estados ou até mesmo para o exterior. [Carregamento vale] aproximadamente R$ 20 milhões no território nacional. Quando a droga vai para fora o valor vai duplicar ou triplicar", afirmou o delegado.
Perseguição e apreensão
Ainda segundo o delegado, a Polícia Federal havia repassado informações sobre o carregamento de cocaína à FAB, que enviou um avião para fazer o acompanhamento da aeronave. A Força Aérea ordenou que o bimotor mudasse a rota e pousasse no Aeródromo de Aragarças, em Goiás. Inicialmente, o piloto obedeceu às ordens, mas ao invés de pousar, desviou o curso.
Com isso, o avião da FAB "executou um tiro de aviso" para fazer a aeronave cumprir as ordens. O órgão esclareceu que o disparo não atingiu nenhuma parte do bimotor. A aeronave então pousou na zona rural de Jussara. Na aterrissagem, a asa da aeronave e a cauda ficaram danificadas.
O tenente-coronel da Polícia Militar Ricardo Mendes informou na segunda que a corporação foi acionada logo no início da interceptação. "O Graer [Grupo de Radiopatrulha Aérea da PM] foi chamado pelo fato da aeronave já estar em espaço aéreo de Goiás e pela mobilidade do helicóptero da polícia de conseguir pousar em locais mais difíceis, coisa que o avião da FAB não conseguiria", informou Mendes.
O policial afirmou ainda que a cocaína encontrada era pura. "Ainda poderia ser misturada, e a quantidade, multiplicada. Essa foi a maior apreensão de cocaína da história por parte da PM em Goiás", disse.
Um vídeo feito pela Polícia Militar mostra o momento em que policiais se aproximam da aeronave, instantes após a interceptação feita pela FAB.
As imagens mostram quando o Graer sobrevoa a área em que o avião pousou. Em seguida, os policiais pousam no local e fazem a apreensão da droga. Na gravação, é possível notar que a cauda do avião se quebrou em virtude da aterrissagem.

Fonte: G1
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Maduro diz que prédio da Suprema Corte da Venezuela foi atacado por helicóptero

Óscar Pérez em vídeo publicado em sua conta no Instagram (Foto: Reprodução/ Instagram/ Óscar Pérez)

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, disse nesta terça-feira (27) que um helicóptero da polícia científica atacou a Suprema Corte em Caracas. Segundo ele, algumas granadas foram lançadas contra o prédio, e depois o helicóptero sobrevoou o prédio do Ministério do Interior.
O presidente de 54 anos, que enfrenta há três meses protestos da oposição e alguma dissidência dentro do governo, disse que as forças especiais venezuelanas estão buscando os que estão por trás do "ataque terrorista armado".
"Havia no TSJ uma atividade social, isto poderia ter causado uma tragédia. Atiraram contra o TSJ e depois sobrevoaram o Ministério de Interior e Justiça. Este é o tipo de escalada armada que venho denunciando", disse Maduro, acrescentando que uma das granadas não explodiu.
Maduro também disse que ativou as Forças Armadas "para defender o direito à tranquilidade". "A Força Armada toda foi acionada para defender a tranquilidade. Mais cedo ou mais tarde vamos capturar o helicóptero e os que realizaram este ataque terrorista", assinalou o presidente durante um ato por ocasião do Dia do Jornalista, no Palácio Presidencial de Miraflores.
Nas redes sociais, muitos usuários compartilham a foto do helicóptero exibindo uma faixa com os dizeres "350 Libertad", em referência ao artigo constitucional que permite ignorar os governos que não respeitam as garantias democráticas. Nas imagens é possível observar duas pessoas no helicóptero, sendo uma com o rosto coberto.
O artigo 350 da Constituição venezuelana diz que: "O povo da Venezuela, fiel à sua tradição republicana, à sua luta pela independência, a paz e a liberdade, desconhecerá qualquer regime, legislação ou autoridade que contrarie os valores, princípios e garantias democráticas ou mine os direitos humanos".
O presidente informou que a aeronave era conduzida por um homem que foi piloto do seu ex-ministro do Interior e Justiça, Miguel Rodríguez Torres, general reformado que se distanciou do governo e que Maduro acusa de envolvimento em um plano para derrubá-lo.
Segundo o jornal "El Universal", o piloto é Óscar Pérez, investigador do Corpo de Investigações Científicas, Penais e Criminalísticas (Cicpc).
Em sua conta no Instagram, Pérez publicou vários vídeos em que se identifica como membro de "uma coalizão entre funcionários militares, policiais e civis, em busca do equilíbrio e contra o governo transitório e criminoso".
"Não pertencemos nem temos tendência político-partidária; somos nacionalistas, patriotas e institucionalistas. Este combate não é com o resto das forças de segurança do Estado, é com a impunidade imposta, e contra o governo nefasto", diz Pérez em um dos vídeos. "Contra a tirania, da morte de inocentes que lutam por seus direitos, contra a fome, contra a falta de saúde, contra o fanatismo", acrescenta.
A Venezuela vive uma onda de manifestações contrárias e favoráveis ao governo de Maduro. Segundo dados do Ministério Público da Venezuela, 76 pessoas morreram e mais de 1.500 ficaram feridas nos protestos.
Ataque no Parlamento
Pouco antes nesta terça, o presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Julio Borges, afirmou que grupos civis armados atacaram a sede do Legislativo após um confronto entre alguns deputados e agentes da Guarda Nacional Bolivariana (GNB). O enfrentamento, que ocorreu dentro da Assembleia, deixou duas mulheres feridas, disse Borges a jornalistas.
"Diferentes deputados e funcionários da Assembleia viram efetivos da Guarda Nacional entrando com algumas caixas do Conselho Nacional Eleitoral (CNE). Lá ocorreu um confronto entre eles e os deputados", afirmou Borges.
A sessão da Assembleia Nacional foi interrompida, e Borges foi conversar com o coronel responsável pela segurança do parlamento para resolver o conflito de forma imediata. Foi quando os grupos civis, segundo o deputado, atacaram a sede do Legislativo.
O líder da oposição indicou que os deputados abordaram os agentes da GNB para saber o que estava ocorrendo, já que é irregular guardar conteúdos do Poder Eleitoral no Legislativo. Eles não deixaram que os parlamentares tivessem acesso ao conteúdo das caixas, o que deu início ao confronto.
Os civis lançaram rojões e outros artefatos dentro do parlamento, como mostram vídeos publicados nas redes sociais. Além disso, parte da fachada do prédio foi danificada e os manifestantes ameaçam entrar "violentamente" no prédio.
Deputados trancados
Os deputados e os funcionários da Assembleia Nacional permanecem trancados dentro do local, disse à Agência Efe a chefe de imprensa do parlamento, Alicia de La Rosa.
No Twitter, a Assembleia Nacional afirmou que entre os feridos está a deputada opositora Delsa Solórzano e vários profissionais da imprensa. Segundo o órgão, os jornalistas foram agredidos por agentes da GNB.
"Isso que ocorreu hoje se chama Nicolás Maduro, o mesmo Nicolás Maduro que disse hoje que se os votos não servirem, a violência servirá, que se os votos não servirem, as balas servirão", afirmou o presidente da Assembleia Nacional. "O que ocorreu hoje nos dá mais força para continuar lutando por um país democrático e livre", completou Borges.

Fonte: G1
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Descarrilamento de metrô em NY deixa 36 pessoas levemente feridas

Foto cedida pelo Sindicato dos Trabalhadores de Transporte mostra funcionários da Companhia de Transporte Metropolitano de NY no local onde um trem de metrô descarrilou na terça (27) (Foto: Transport Workers Union, Local 100 via AP)

Trinta e seis pessoas sofreram ferimentos leves, nesta terça-feira (27), no metrô de Nova York, depois que um dos trens descarrilou na estação do Harlem, informaram os bombeiros.
O acidente, que aconteceu no meio da manhã na Linha A, fez com que várias pessoas ficassem presas nos trens por mais de uma hora entre as estações das ruas 135 e 125, relatou à AFP um porta-voz da brigada contra incêndios.
"Trinta e seis pessoas tiveram que ser levadas a hospitais nos arredores, todas com ferimentos leves", disse. "Demorou entre uma hora e uma hora e meia para que todas as pessoas pudessem ir à superfície".
A causa do acidente, que continuava causando problemas no tráfego até o fim do dia, não foi revelada. "Estão investigando", afirmou a empresa MTA, que maneja o transporte público em Nova York.

Passageiros são vistos em vagão sem iluminação após descarrilamento de trem do metrô perto da parada da rua 125 no Harlem, em NY, na terça (27) (Foto: Jackie Faherty via AP)
Passageiros são vistos em vagão sem iluminação após descarrilamento de trem do metrô perto da parada da rua 125 no Harlem, em NY, na terça (27) (Foto: Jackie Faherty via AP)

Segundo o novo presidente da MTA, Joseph Lhota, citado pela emissora New York 1, o descarrilamento pode ter sido precedido pela ativação dos freios de emergência do trem por motivos que ainda não foram esclarecidos.
Muitas pessoas entraram em pânico quando os túneis se encheram de fumaça. Isto aconteceu, segundo Lhota, por resíduos que estavam nos trilhos que pegaram fogo com o incidente.
Tudo isto trará à tona a polêmica sobre as condições do metrô de Nova York, que contabiliza mais de 5,6 milhões de viagens diárias, e a necessidade de uma renovação.

Fonte: G1
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